sábado, 29 de maio de 2010
Parque Nacional de Yellowstone
Muito antes da haver presença humana em Yellowstone, uma grande erupção vulcânica ejectou um volume imenso de cinza vulcânica que cobriu todo o oeste dos Estados Unidos da América, a maioria do centro-oeste, o norte do México e algumas áreas da costa leste do Oceano Pacífico. Esta erupção foi muito maior que a famosa erupção do Monte Santa Helena, em 1980. Deixou uma enorme caldeira vulcânica (70 km por 30 km) assentada sobre uma câmara magmática. Yellowstone registou três grandes eventos eruptivos nos últimos 2,2 milhões de anos, o último dos quais ocorreu há 640 000 anos. Estas erupções são as de maiores proporções ocorridas na Terra durante esse período de tempo, provocando alterações no clima nos períodos posteriores à sua ocorrência.
Yellowstone situa-se na ponta nordeste de um acidente geográfico em forma de U que atravessa as montanhas e que actualmente são as planícies do rio Snake. Esta planície em forma curva foi criada na altura em que o continente americano sofria deriva continental e passava por um hotspot ("zona quente") vulcânico existente abaixo da crosta terrestre. Este hotspot estava anteriormente localizado onde é hoje a localidade de Boise, no estado de Idaho. Mas a América do Norte sofreu uma deriva, à velocidade de 45 mm por ano, na direcção sudoeste, que relocalizou o hotspot até ao lugar actual.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
O que é a Pegada Ecológica?
O uso excessivo de recursos naturais, o consumismo exagerado, aliado a uma grande produção de resíduos, são marcas de degradação ambiental das sociedades humanas actuais que ainda não se identificam como parte integrante da Biosfera. Foi a pensar na dimensão crescente das marcas que deixamos e na forma de quantificá-las, que os especialistas William Rees e Mathis Wackernagel desenvolveram, em 1996, o conceito de Pegada Ecológica. A Pegada Ecológica foi criada para nos ajudar a perceber a quantidade de recursos naturais que utilizamos para suportar o nosso estilo de vida, onde se inclui a cidade e a casa onde moramos, os móveis que temos, as roupas que usamos, o transporte que utilizamos, o que comemos, o que fazemos nas horas de lazer, os produtos que compramos, entre outros.Como se calcula a Pegada Ecológica?
A Pegada Ecológica é pois um indicador que procura avaliar a sustentabilidade dos territórios, comparando a utilização dos serviços e recursos naturais com a capacidade que a Natureza tem para efectuar a sua reposição. Por outras palavras, traduz em hectares (ha) a área em média que um cidadão ou sociedade necessitam para suportar as suas exigências diárias.
O cálculo tem por base diferentes categorias de consumo, como sejam a alimentação, a casa, os transportes, os bens de consumo, a energia, a água, entre outros. Este consumo é convertido em área bioprodutiva, segundo várias parcelas de terreno (terra e mar) necessárias para produzir/repor os recursos utilizados e assimilar os resíduos e os poluentes produzidos por uma dada unidade de população. A conversão dos consumos em áreas bioprodutivas recorre a uma tabela específica segundo a seguinte tipologia:
Área de energia fóssil – Corresponde a uma área virtualmente necessária para absorver as emissões de CO2 resultantes da queima de combustíveis fósseis.
Área arável – superfície em que o Homem desenvolve actividades agrícolas, retirando produtos como alimentos, fibras, azeite, entre outras, para suprir as suas necessidade alimentícias.
Área de pastagem - Área dedicada a pastos, de onde se obtêm determinados produtos animais como carne, leite, pele e lã.
Área de bosques - superfície ocupada pelos bosques, de onde advêm principalmente produtos derivados da madeira, utilizados na produção de bens, e também combustíveis como a lenha.
Área de mar – A superfície marinha biologicamente produtiva aproveitada pelo Homem para obter pescado e marisco.
Flores existentes em Portugal
A função da flor é assegurar a reprodução e ser um atractivo polínico. Depois da fertilização do óvulo, o ovário transforma-se num fruto, que contém as sementes que irão dar origem a novas plantas da mesma espécie.
Algumas das flores mais conhecidas em Portugal são:
Rosas
As rosas são arbustos ou trepadeiras, providos de acúleos. As folhas são simples, partidas em 5 ou 7 lóbulos de bordos denteados. As flores, na maior parte das vezes, são solitárias. Apresentam originalmente 5 pétalas, muitos estames e um ovário ínfero. Os frutos são pequenos, normalmente vermelhos, algumas vezes comestíveis.
As flores de lírios são agrupadas em hastes florais ou isoladas. Florescem no verão ou em outros períodos como o inverno e primavera ou primavera e verão. As cores variam entre o laranja, rosa, amarelo, cor-de-creme, branco e violeta.
Uma característica desta planta, além da forma peculiar de suas flores, é o caule reto, com várias ramificações. As flores apresentam muitas tonalidades, do branco ao vermelho, passando pelo amarelo e pelo rosa. À mesma família das cariofiláceas, pertence a cravina ou cravo-bordado (Dianthus plumarius), cujas pétalas abundantes emergem de seu cálice verde e tubular. Nos trópicos a cravina só se reproduz em grandes altitudes. A espécie Dianthus fimbriatus, originária da Europa, é cultivada em grande escala na América do Sul.
Rochas Magmáticas
Existem 2 tipos de rochas magmáticas: as rochas plutónicas, o granito, o gabro e o diorito; e as rochas vulcânicas, o riólito, o basalto e o andesito.
Floresta Portuguesa
Sendo estás as principais espécies de carvalhos:
- O carvalho-alvarinho (Quercus robur) no Noroeste, ao longo da faixa litoral Minho-Leiria, onde a temperatura é amena e a humidade elevada;
- O carvalho-português (Quercus faginea) é dominante no litoral centro, o carrasco (Quercus coccifera) aparece mais frequentemente nas serranias calcárias
- O sobreiro (Quercus suber) é uma espécie dominante no litoral sul.
- O carvalho-de-monchique só existe na serra de Monchique.
Constituição da Floresta Portuguesa
Floresta de EucaliptosO Eucalipto foi uma espécie introduzida pelo Homem em Portugal devido ao seu rápido crescimento, produzindo consequentemente mais lucro, sendo favoravel aos intereses economicos do país.
Floresta de Pinheiros BravosOs pinheiros-bravos, apesar de serem uma espécie nativa no nosso país, são plantados em excesso (são árvores de crescimento rápido), substituindo outras espécies nativas. Enquanto espécie pioneira da sucessão ecológica, pode ser utilizada na recuperação de solos pobres ou degradados, criando as condições necessárias para as espécies de maiores exigências.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Visita de estudo a Lisboa
sábado, 27 de março de 2010
Visita de Estudo
De tudo o que observamos neste ponto destaca-se o esporão que se destina à fixação da embocadura do rio Neiva, evitando a sua deslocação para norte, e consequentemente evitando a erosão da praia a norte. A erosão das dunas a sul da foz, formando arribas, e a existencia de aflorametos rochosos de origem metamorfica do paleozoico visiveis devido a erosão costeira.
sábado, 6 de março de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Sismo no Japão
Um sismo de magnitude 7.3 na escala de Richter sucedeu às 20.30 (hora em Portugal) com epicentro a 29 quilómetros abaixo do fundo do mar.
O sismo sucedeu a 84 quilómetros a leste de Naha, localidade da ilha de Okinawa.
Os tremores de terra são frequentes no Japão. Em regra, devido a um apertado dispositivo de normas de segurança na construção de edifícios, os danos materiais e humanos são reduzidos.
Todavia, em 1995, um sismo de magnitude 7.2 atingiu a cidade portuária de Kobe, causando a morte de 6400 pessoas.
- Noticia retirada do DN Globo emitida no dia 26 de Fevereiro de 2010.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Propriedades dos Minerais
- Ópticas
Idiocromáticos - cor não variável. Ex: malaquite e pirite.
Alocromáticos - cor variável. Ex: quartzo.
Risca:
Cor do mineral quando reduzido a pó por vezes diferente da cor do mineral.
Determina-se raspando o mineral numa placa de porcelana.
Os minerais alocromáticos possuem risca clara ou incolor.
Brilho:
Forma como a luz é reflectida numa superfície de fractura recente do mineral.
Brilho metálico metálico (semelhante ao dos metais - galenite, pirite).
Brilho não metálico (quartzo, feldspatos).
- Mecânicas
Relativa - medida segundo uma escala crescente de dez termos - escala de Mohs. Determina-se riscando uma amostra num dos minerais da escala e vice-versa.
Um mineral que risque e seja riscado por um termo da escala, ou se não se riscarem entre si, possui a mesma dureza relativa.
Um dado mineral risca todos os termos da escala de menor dureza relativa que a sua e é riscado por todos os que possuem dureza superior.
Clivagem:
O mineral fractura-se por planos paralelos entre si com superfícies lisas e brilhantes.
Os planos de clivagem resultam de ligações químicas entre as partículas mais fracas em determinadas direcções da rede cristalina. O mineral divide-se segundo essas direcções.
Fractura:
O mineral divide-se segundo superfícies irregulares, dando origem a fragmentos de superfícies irregulares e de diferentes tamanhos.
As partículas da rede cristalina estão submetidas e força fortes em todas as dircções.
- Densidade
Corresponde à massa volúmica.
Depende da massa das partículas constituintes e do arranjo das mesmas na rede tridimensional.
Relativa:
Calculada por comparação com a densidade da água, que se considera igual a 1.
Propriedades Químicas:
Teste do sabor salgado para a determinação da presença de halite (NaCl).
Teste da efervescência pelo contacto com um ácido. Certos minerais, como a calcite, reagem com os ácidos libertando CO2, o que provoca efervescência. Este fenómeno ocorre a frio em determinados minerais e a quente noutros.
Vesuvianite (Idiocrase)

Fórmula Química:Ca10(Mg,Fe)2Al4(SiO4)5(Si2O7)2(OH)4
Classe:
Silicatos
Dureza:
6,5
Cor:
Castanho; Verde; Azul (variedade ciprina); Amarelo; Avermelhado
Risca:
Branco
Transparência:
Sub-transparente a translúcido
Brilho:
Vítreo; Resinoso; Gorduroso
Densidade:
3,35 a 3,45
Clivagem:
Imperfeita segundo as faces {110}, {100} e {001} e {010}
Fractura:
Irregular; Esquirolosa
Sistema Cristalino:
Tetragonal
Forma dos Cristais:
Prismáticos; Aciculares; Bipirâmidados; Isométricos
Ocorrência:
Muito rara
Génese:
Metamórfica
Paragénese:
Clorite; Diópsido; Granada; Epídoto
sábado, 23 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
Esquilo Vermelho
Em Portugal o esquilo-vermelho extinguiu-se no século XVI, provavelmente devido à perda de habitats. A partir dos anos 1980 a espécie começou a recolonizar o norte do país, vindo da Galiza, na Espanha. A subespécie encontrada em Portugal parece ser S. v. fuscoater.
A expansão natural de esquilos repovoou grande parte de Portugal ao norte do Rio Douro, estando a espécie presente nas áreas protegidas do Parque Nacional da Peneda-Gerês e do Parque Natural de Montesinho. Nos últimos anos a espécie foi detectada na Reserva Natural Serra da Malcata, no centro-leste de Portugal.
O esquilo-vermelho também foi introduzido em áreas verdes urbanas como o Parque Florestal de Monsanto, em Lisboa, e o Jardim Botânico de Coimbra.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Selecção Artificial

A importância das Borboletas
As borboletas têm dois pares de asas membranosas cobertas de escamas e peças bucais adaptadas a sucção. Distinguem-se das traças (mariposas) pelas antenas rectilíneas que terminam numa bola, pelos hábitos de vida diurnos, pela metamorfose que decorre dentro de uma crisálida rígida e pelo abdómen fino e alongado. Quando em repouso, as borboletas dobram as suas asas para cima.
As borboletas são importantes polinizadores de diversas espécies de plantas.
O ciclo de vida das borboletas engloba as seguintes etapas:
1) ovo→ fase Pré-larval
2) larva→ chamada também de lagarta ou taturana,
3) ninfa→ que se desenvolve dentro da crisálida (ou casulo)
4) imago→ fase adulta
Reproduz-se sexuadamente o que lhe confere variabilidade genética e facilidade numa possível evolução.
A borboleta é um importante agente polinizador. Se extintas, haveria prejuízos para a flora (prejuízos iniciais) e fauna (prejuízos consequentes).
Os prejuízos iniciais são devidos à não polinização por parte das mesmas, não ocorrendo este fenómeno as plantas passam a ser dependentes, quando lhes é permitido, de um outro agente polinizador, ou da reprodução assexuada, que não lhes confere variabilidade e torna-as susceptíveis a agentes do meio menos favoráveis que em casos extremos pode levar-las à extinção. Posto isto e uma vez que as plantas estão sempre no 1º nível trófico das cadeias alimentares, todos os animais que se seguem sofreram as consequências da morte das mesmas, começando por diminuir de número e posteriormente levando à extinção de espécies que têm a sua ementa muito limitada.


Evolução
Evolução é a mudança das características hereditárias de uma população de uma geração para outra. Este processo faz com que as populações de organismos mudem ao longo do tempo. Do ponto de vista genético, a evolução pode ser definida como qualquer alteração na sequencia dos nucleótidos de um ou mais genes, numa população, ao longo das gerações. Mutações em genes podem levar ao aparecimento de características novas ou alterar características que já existiam, resultando no aparecimento de diferenças hereditárias entre organismos da mesma espécie. Estas novas características também podem surgir da transferência de genes entre populações, como resultado de migração, ou entre espécies, resultante de transferência horizontal de genes. A evolução ocorre quando estas diferenças hereditárias tornam-se mais comuns ou raras numa população, quer de maneira não-aleatória através de selecção natural ou aleatoriamente através de deriva genética.
sábado, 7 de novembro de 2009
Reprodução assexuada
Neste tipo de reprodução todos os novos indivíduos são genéticamente iguais entre si e em relação ao que se dividiu para lhe dar origem.
O facto de serem genéticamente iguais traz vantagens e desvantagens.
Vantagens:
Manutenção de uma dada caracteristica do indivíduo, o que é util na agricultura por exemplo;
Economia de energia, benificiando o indivíduo, uma vez que não é necessaria a produção de gâmetas e só existe um progenitor;
Elevado número de descendentes num período de tempo reduzido, benificiando a espécie em causa.
Desvantagens:
Não assegura a diversidade genética da população, dificultando a adaptação dos indivíduos a alterações do meio ambiente, o que pode a médio e longo prazo colocar em causa a sobrevivencia da espécie.
As leveduras são um exemplo de seres que se reproduzem assexuadamente pelo processo de gemulação (ou gemiparidade).
A gemulação consiste na formação de uma ou mais saliências, os gomos ou gemas, que se desenvolvem e separam, originando novos seres, estes novos seres possuem tamanhos diferentes.
domingo, 18 de outubro de 2009
Ciclo celular
Ciclo celular:
Interfase: G1; S; G2
Fase Mitótica
Mitose
- Prófase
- Metáfase
- Anáfase
- Telófase
Citocinese
terça-feira, 6 de outubro de 2009
RNA

Um grupo fosfato;
As bases azotadas do RNA são:
Uracilo (U) e Citosina (C) de anel simples;
Adenina (A) e Guanina (G) de anel duplo.
Existem 3 tipos de RNA:
* mRNA ( RNA mensageiro) que funciona como mensageiro entre o DNA e os ribossomas (componentes celulares que fazem a leitura da mensagem para a síntese de proteínas).
* rRNA (RNA ribossómico)o qual é constituínte em conjunto com proteínas dos ribossomas ( são constituídos por duas subunidades de tamanhos diferentes).
* tRNA (RNA de transferência) que funciona como "intérprete" da mensagem transportada pelo mRNA.
Replicação do DNA

